A lua condensa-se
e vagamente, flutua.
Pura,
e tão moça,
que atravessa a rua...
Balança ao vento,
mansidão de amores
ébrios.
Perfeita ao relento.
Em manto negro,
repousa mistérios.
e tantos desassossegos...
Ofegante após a noite,
sobre teu dorso,
amanheço...
Pará, agosto de 2011.
11 observações:
Lua, oh, lua, que no céu flutua, lua que nos faz sonhar...
Amei, beijos da Mery.
Lua repleta de lirismo, parabéns.
Que poema lindo!
Bom fds!
Hola amigo Elio un hermoso poema a la luna muy bonito.
Besos que estés muy bien.
¡Que linda luna!
Besos mil.
Lindo poema! Obrigada Helio por ter lido meu texto no blog. Agradeço de coração a atenção. Concordo com seu comentário.
Abraços, bom final de semana!
fica com Deus.
Amanheces em êxtase de sofreguidão
Acúmulos de um prazer sem solidão
Alvos dúbios de uma metáfora de união...
Lindo Poeta, adorei o poema, como sempre!!!!!
bjsss meusss
Catita
A lua é sempre inspiradora... Belo poema Hélio!
ótima semana pra você! Bjusss
Ps. Toda essa inspiração foi aqui no Pará? rsrs
Hola Helio, que poema mas bello a la mas bella dama de la noche. Besos, cuidate.
Muito bela sua poesia, como outras que também li! Um prazer conhecer seu blog e obrigado por visitar-me, um abraço!
Um poema sereno como a lua... inspirativo! Bjs
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