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terça-feira, 27 de setembro de 2011

fuga

















Creio,
um dia as letras me fugirão.
Esta certeza por certo, corrói...

Nas brumas da madrugada,
insensatez, imagens,
escrita em versos de solidão.

Nas alvoradas,
tal incerteza destrói.
Algumas doses de vodka,
este zumbi em meio a multidão.

Santarém/PA, 26.09.11

8 observações:

oscar alberto disse...

La desolación cuando los versos abandonan al poeta, crudo testimonio..

un abrazo
Oscar

Vera Lúcia disse...

Olá Hélio,
Um sofrimento para o amante das letras imaginar tal possibilidade.
Abraço.

Poetiza disse...

Helio, bellos versos en soledad que me llegan al alma. Besos, cuidate mucho amigo.

MUCHITA disse...

ops no recaiga..

besos mil.

Vantuilo Gonçalves disse...

Uma cosnstrução poética maravilhosa, parabéns seu Irmão de sempre.

julia disse...

Helio, bello lo que escribes . Muchas veces hasta la tristeza y el sufrimiento se llenan de hermosura al escribirlos en versos. Besos de luz.

Amor feito Poesia disse...

"Nunca desesperes face às mais sombrias aflições de tua vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda."

Provérbio chinês

Bom Fds... Beijos & Flores! M@ria

Viviane Peres disse...

É triste pensar nisso, dessa maneira. Enquanto houver inspiração, haverá palavras, rimas e seus poemas.

Bela semana pra ti.
Bjos