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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

perda II


Eu a esperarei, oh amada.
Rotineiramente o dia passa,
como espuma,
e assim segue fluindo.

O sol indômito, invade a tarde,
e suas paredes descascadas.
Meu espaço, sua metade,
nossa carne nua e marcada.

Uma vila, a árvore na praça...

Minha carne em rugas
que outrora tanto sorriu.
Aos poucos agora, sem dó,
segue sucumbindo...

5 observações:

Vera Lúcia disse...

Olá Hélio,
Um poema de amor bem sentido.
O amor, inspiração divina dos poetas,
traz lá suas alegrias e dores.
Grande abraço.

MUCHITA disse...

Me gusto mucho...

Besos mil.

Poetiza disse...

Hola Helio, bello y triste poema amigo. Un placer leer tus letras. Besos, cuidate.

Zilani Célia disse...

Oi Helio!
Uma espera que se prolongou, por uma vida inteira,mas o amor permaneceu inalterado, ele é maior que tudo, quando verdadeiro!
/www.recantodasletras.com.br/autores/zilanicelia
/www.recantodasletras.com.br/autores/zilanicelia
Abrçs

Simone butterfly disse...

obrigada por visitar e seguir meu blog, suas visitas será sempre bem vinda, já estou a perseguir seu blog! beijos carinhosos