A poesia range.
Nas escoras do tempo,
nos dentes que caem,
na aurora perdida.
A lucidez tange.
O cós do movimento,
as fotos que varrem,
tal coisa esquecida...
Nas escoras do tempo,
nos dentes que caem,
na aurora perdida.
A lucidez tange.
O cós do movimento,
as fotos que varrem,
tal coisa esquecida...

5 observações:
Helio, querido amigo poeta, bom voltar a tua poesia, sempre bem cuidada e sensível.
Estamos juntos, novamente, nesse maravilhoso tempo dos poemas.
bj
Hola Helio, bello poema, bello leerte amigo. Besos, cuidate.
no tempo da poesia a precisão dos teus versos! meu abraço
Nossa! Muito lindo...
O tempo, sempre o tempo...
Sem dúvida alguma, sua poesia é muito mais bela que a minha. É admirável seu trabalho, poeta!
Abraços.
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