Deslizas vagarosamente.
A dança do teu corpo
me acalma.
Tenho sonhos, desassossegos
mas por delírios, valsa.
Divina bailarina...
Senão, a inquietude varre-me!
Neste sonho, deslizas emoções
crepusculares...
Cisnes a desenharem geometrias,
lagos, a luminarem tristeza, dores,
toda arquitetura, todos os lares...
Doce lamparina...
Por isso, bem lhe digo
em beleza:
valsa, bailarina valsa.
Por toda noite menina...
A dança do teu corpo
me acalma.
Tenho sonhos, desassossegos
mas por delírios, valsa.
Divina bailarina...
Senão, a inquietude varre-me!
Neste sonho, deslizas emoções
crepusculares...
Cisnes a desenharem geometrias,
lagos, a luminarem tristeza, dores,
toda arquitetura, todos os lares...
Doce lamparina...
Por isso, bem lhe digo
em beleza:
valsa, bailarina valsa.
Por toda noite menina...

6 observações:
Um poema tal qual bailarina que dança sobre as pontas das palavras, delicadamente; cada verso como um belo passo a ser aplaudido. Bravo!
Abraços.
Muito bonito seu poema amigo.Parabéns.
Já estava sentindo sua ausência, mas essa bailarina te trouxe de volta com rodopios de amor e poesia.
Muito lindo!
Bjs
Que hermosooo..
Me sentí un verdadero cisne leyendo tu poema.
Besos mil.
Hola Helio, la imagen bellisima, el poema tan hermoso como tu alma. Besos, cuidate amigo.
Precioso poema con calidad y estilo. Me encantó visitarte. Un abrazo.
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