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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

bailarina


Deslizas vagarosamente.
A dança do teu corpo
me acalma.
Tenho sonhos, desassossegos
mas por delírios, valsa.

Divina bailarina...

Senão, a inquietude varre-me!
Neste sonho, deslizas emoções
crepusculares...
Cisnes a desenharem geometrias,
lagos, a luminarem tristeza, dores,
toda arquitetura, todos os lares...

Doce lamparina...

Por isso, bem lhe digo
em beleza:
valsa, bailarina valsa.
Por toda noite menina...

6 observações:

Poemas Tecidos disse...

Um poema tal qual bailarina que dança sobre as pontas das palavras, delicadamente; cada verso como um belo passo a ser aplaudido. Bravo!

Abraços.

Arnoldo Pimentel disse...

Muito bonito seu poema amigo.Parabéns.

Ira Buscacio disse...

Já estava sentindo sua ausência, mas essa bailarina te trouxe de volta com rodopios de amor e poesia.
Muito lindo!
Bjs

MUCHITA disse...

Que hermosooo..
Me sentí un verdadero cisne leyendo tu poema.

Besos mil.

Poetiza disse...

Hola Helio, la imagen bellisima, el poema tan hermoso como tu alma. Besos, cuidate amigo.

Alma Mateos Taborda disse...

Precioso poema con calidad y estilo. Me encantó visitarte. Un abrazo.